segunda-feira, 25 de maio de 2009

UM BANDO DE LOUCO



Muitas vezes somos movidos pela curiosidade e não pela vontade. Para que vocês entendam melhor, vou citar um exemplo: No último sábado fui ao estádio do Pacaembu assistir a partida entre Corinthians X Barueri (eu acho), mas não importa, o motivo pelo qual citei curiosidade foi porque eu nunca tinha ido a uma partida de futebol antes e sempre tive vontade, mas até então...
Enfim, sempre achei que fosse uma sensação incomparável, e realmente estava certa. É uma energia sem tamanho, e olha que nem sou CORINTHIANA. Depois de tanta vibração, muito pensamento positivo e uma demonstração de amor que raramente pode se ver quando se trata de coisas alheias. Estou me referindo à fidelidade do torcedor da Gaviões.
Fiquei impressionada, mas uma coisa me deixou curiosa: Todo mundo sabe e não é segredo pra ninguém que, todo corintiano é machista, cheguei a uma conclusão: “É A MAIOR MANISTEÇÃO HOMOSSEXUAL QUE JÁ PRESENCIEI EM TODA MINHA VIDA", aquela aglomeração de homens de branco e preto catando: “Aqui tem um bando de louco, louco pro ti Corinthians” e um monte de outros hinos e paródias afins.
Não estou dizendo que todos os torcedores são gays, mas que eles devem parar e refletir a respeito, isso deve... Pode ser difícil, afinal, CORINTHIANO É OSSO DURO DE ROER!!!!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Um estranho no ninho

Cresci acreditando que bastava ser grande obstante para conseguir sobreviver neste "MUNDÃO" em que vivo. Os anos se passaram e realmente cresci, só não me disseram que para conquistá-lo seria preciso viver a base de provas. Pois é... aqui estou e me deparei com incoerências que me cercam a todo momento: não basta apenas ser bom, tenho que provar que sou capaz de driblar os obstáculos que encontro pelo caminho. Acredito que não sou só eu que bato de frente com essa situação. Estou cansada de ser julgada pela aparência, discriminada pelo fato de não ser igual a todos e como se não bastasse, ser alvo de pré-conceitos que não condizem com minha real personalidade. Se você tem tatuagem, gostos e frequenta lugares que diferem da maioria, é taxado de doido.
E pelo simples motivo de ser assim, vivo tentando provar que não nenhum bicho de sete cabeças, pelo contrário, faço o que gosto, defendo minhas ideias e respeito as pessoas que estão próximas a mim.
Às vezes me sinto um "estranho no ninho", ou quem sabe uma "marionete humana" nas garras de pessoas que se sentem superiores no seu comodismo... é isso mesmo, COMODISMO.
Existem dois tipos de pessoas: as que vivem e as que sobrevivem. Eu vivo e aproveito ao máximo, as coisa boas da vida, já outros... sobrevivem acreditando que viver é apenas estar vivo.
Mas enfim... cada um faz o que quer, mas ninguém tem o direito de interferir, julgar, manipular e rejeitar. Pessoas que não arriscam experimentar as diversidades que existem e que podem ser aproveitadas de maneira que não prejudica em nada, está perdendo uma grande oportunidade de aprender coisas que contribui para acrescentar. Eu? Simplesmente VIVO!!!!