Cresci acreditando que bastava ser grande obstante para conseguir sobreviver neste "MUNDÃO" em que vivo. Os anos se passaram e realmente cresci, só não me disseram que para conquistá-lo seria preciso viver a base de provas. Pois é... aqui estou e me deparei com incoerências que me cercam a todo momento: não basta apenas ser bom, tenho que provar que sou capaz de driblar os obstáculos que encontro pelo caminho. Acredito que não sou só eu que bato de frente com essa situação. Estou cansada de ser julgada pela aparência, discriminada pelo fato de não ser igual a todos e como se não bastasse, ser alvo de pré-conceitos que não condizem com minha real personalidade. Se você tem tatuagem, gostos e frequenta lugares que diferem da maioria, é taxado de doido.
E pelo simples motivo de ser assim, vivo tentando provar que não nenhum bicho de sete cabeças, pelo contrário, faço o que gosto, defendo minhas ideias e respeito as pessoas que estão próximas a mim.
Às vezes me sinto um "estranho no ninho", ou quem sabe uma "marionete humana" nas garras de pessoas que se sentem superiores no seu comodismo... é isso mesmo, COMODISMO.
Existem dois tipos de pessoas: as que vivem e as que sobrevivem. Eu vivo e aproveito ao máximo, as coisa boas da vida, já outros... sobrevivem acreditando que viver é apenas estar vivo.
Mas enfim... cada um faz o que quer, mas ninguém tem o direito de interferir, julgar, manipular e rejeitar. Pessoas que não arriscam experimentar as diversidades que existem e que podem ser aproveitadas de maneira que não prejudica em nada, está perdendo uma grande oportunidade de aprender coisas que contribui para acrescentar. Eu? Simplesmente VIVO!!!!
Grande Arraes, muito me anima ver esse blog com posts seus (adooooooro)... é, agora vi pq nem quis falar com o Carlos ontem e nem beber cerveja, estava postando no bloguinho, que fofo.
ResponderExcluirSobre o post, é o q estavamos conversando anteriormente
Queremos td pra ontem e o mundo não age assim sempre com a gente...
Paciencia cara amiga!