terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Relato da manhã

7h45. Este foi horário que comecei o dia. Tomei um banho, me troquei, típico 'cigarrinho de artista' (abafa)... Pronta para mais um dia de trabalho. Exatas 8h20 saí de casa rumo ao ponto de ônibus, mas antes, pit stop na lanchonete para comprar uma garrafa d´agua, afinal, a essa altura, a garganta já estava seca. Agora sim, pronta de verdade para encarar as demandas do trabalho. Tudo parecia ocorrer da melhor maneira possível: tirando o painel eletrônico do ponto de ônibus que NUNCA falha, estava desligado, mas até aí, tudo bem. A Mercedes não demorou a passar, e por ‘sorte’, foi o que vai direto, sentido aeroporto de Congonhas. Em contrapartida, cheio e um calor que dava nos nervos, mas como a Paula diz, ‘’sou muito de boa’’ e o mau humor nem se manifestou. E olha que não estou nos meus melhores dias: minha cachorra morreu, não pude ajudar a Jéssica, minha melhor amiga e por fim, eu e o Frank não estamos nos melhores momentos. Para minha felicidade, os torpedos entraram em ação: ‘’E para fuder a minha vida, parece que o ônibus quebrou e tá rolando treta. Eu disse que to no meu inferno astral. Pelo menos ganhei um Mate’’ (só para vocês terem uma ideia da situação), que por sinal, acho que a Paulinha não entendeu nada. Dito e feito. O ônibus realmente atrasou. 9h10, hora de descer do ônibus e pegar outro, que para variar, me deixa no meio do caminho. Conclusão: 3 conduções para chegar no trabalho. Vocês acham que alguém vai acreditar nessa justificativa? Eu também não, mas é a pura VERDADE.
9h30. Este foi o horário que consegui começar minhas atividades matinais. E o pior, não para por aí. Entrei na minha sala e tive a surpresa: SEM INTERNET.
Que venha o resto do dia!

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