quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Dia seguinte

Muita coisa mudou. Questão relacionamento: ok. Quesito amizades: ok. É... parece que meu inferno astral está chegando ao fim... ainda bem! (espero que não dure até à página, 5).

Estava tudo em ordem, até aproximadamente, às 22hs.

1947. Exatamente o número onde eu estava localizada neste momento, na Avenida 9 de julho,em frente ao bar, do outro lado da calçada, em frente ao meu prédio, mais conhecido como ''Bar do Adriano'', cujo o nome é '' Bar da Árvore''. É um bar muito bom, por sinal. Lá, a diversidade fala mais alto! pessoas alternativas, jovens intelectuais, pessoas da arte e, é claro, não poderia faltar o público LGBT (se vocês acham que tenho bom gosto, vão adorar). Ah, e o litrão custa apenas 4 reais.

Depois de alguns minutos,muito desespero e com o coração batendo mais forte, me dei conta que o pior havia acabado, quer dizer, voltado pra casa, ao passar na calçada logo mais a frente, o pior, realmente tinha acontecido: dois corpos caidos ao chão e muito sangue escorrendo pela calçada, após a um tiroteio. Uma indignação: como uma pessoa que é capaz de fazer uma barbaridade e sangue frio pôde sair impune? Acredito que muitos fizeram esta mesma pergunta, mas na 'altura do campeonato', o vilão já tinha saido ileso. A polícia, como sempre, chegou atrasada.

Bem... apesar de você sentir uma sensação de alívio e sorte ao mesmo tempo, o choque é grande e as perguntas não tem respostas.
Quem arrisca?




terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Relato da manhã

7h45. Este foi horário que comecei o dia. Tomei um banho, me troquei, típico 'cigarrinho de artista' (abafa)... Pronta para mais um dia de trabalho. Exatas 8h20 saí de casa rumo ao ponto de ônibus, mas antes, pit stop na lanchonete para comprar uma garrafa d´agua, afinal, a essa altura, a garganta já estava seca. Agora sim, pronta de verdade para encarar as demandas do trabalho. Tudo parecia ocorrer da melhor maneira possível: tirando o painel eletrônico do ponto de ônibus que NUNCA falha, estava desligado, mas até aí, tudo bem. A Mercedes não demorou a passar, e por ‘sorte’, foi o que vai direto, sentido aeroporto de Congonhas. Em contrapartida, cheio e um calor que dava nos nervos, mas como a Paula diz, ‘’sou muito de boa’’ e o mau humor nem se manifestou. E olha que não estou nos meus melhores dias: minha cachorra morreu, não pude ajudar a Jéssica, minha melhor amiga e por fim, eu e o Frank não estamos nos melhores momentos. Para minha felicidade, os torpedos entraram em ação: ‘’E para fuder a minha vida, parece que o ônibus quebrou e tá rolando treta. Eu disse que to no meu inferno astral. Pelo menos ganhei um Mate’’ (só para vocês terem uma ideia da situação), que por sinal, acho que a Paulinha não entendeu nada. Dito e feito. O ônibus realmente atrasou. 9h10, hora de descer do ônibus e pegar outro, que para variar, me deixa no meio do caminho. Conclusão: 3 conduções para chegar no trabalho. Vocês acham que alguém vai acreditar nessa justificativa? Eu também não, mas é a pura VERDADE.
9h30. Este foi o horário que consegui começar minhas atividades matinais. E o pior, não para por aí. Entrei na minha sala e tive a surpresa: SEM INTERNET.
Que venha o resto do dia!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

INFERNO ASTRAL

Sabe aqueles dias que você parece que está no seu INFERNO ASTRAL? As coisas não fluem, as pessoas não te entendem... nada acontece do jeito previsto. Eita final de semana punk!!! Pode ser impressão minha, afinal, as segundas-feiras nunca são as melhores...
Já dizia Lenine: ''Às vezes parece até que a gente deu um nó''.
Fazer tudo o que se pode, na verdade, tudo o que está ao meu alcance fiz, faço e... não sei até quando vou conseguir levar adiante. Acho que estou chegando no meu limite.
Pode ser meio papo de adolescente. Acho que tive uma overdose de tanto assistir ao seriado 'Confissões de Adolescente'.
Mas de qualquer forma, está tudo revirado. Para ser bem sincera, minha cabeça está bem tumultuada.
Minha cahorra morreu, não consegui ajudar minha melhor amiga, meu relacionamento está abalado e o meu amigo... não estamos a mil maravilhas.
Em uma sequencia de acontecimentos (não muito bons), me levou a refletir sobre algumas coisas e a pergunta que mais me incomoda é: Será que eu sou o problema ou realmente as coisas estão levando um outro rumo por si próprio?
Não sei quando terei resposta, mas como diz o ditado: SÓ O TEMPO PARA ME DIZER!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Até quando?

Sinceramente estou decepcionada com o atendimento público, em especial o atendimento nos hospitais... Fico me perguntando como um hospital com tanta credibilidade pode deixar a desejar em coisas minimalistas. Estou me referindo ao Hospital das Clinicas da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).
O atendimento é tão precário, que não bastava esperar UM ANO para ser consultada e, quando "finalmente" chega o dia, o médico simplesmente olha pra sua cara (isso quando se dá o trabalho) e te encaminha para outra especialidade. Daí vai mais 2 meses para a próxima consulta... isso porque o infomei que estava sentindo dores constantes e à base de medicamentos. É uma falta de respeito sem tamanho.
Agora pergunto: Que culpa temos se infelizmente precisamos desses serviços? Não escolhemos ter problemas, nem tampouco estamos pedindo favores... Eles ganham muito bem pra isso e somos nós quem pagamos seus salários, e o mínimo que podem retribuir é prestar um atendimento digno àqueles que realmente necessitam... Então me pergunto: Até quando vamos ter que nos submeter a esse tipo de tratamento e decaso?

segunda-feira, 25 de maio de 2009

UM BANDO DE LOUCO



Muitas vezes somos movidos pela curiosidade e não pela vontade. Para que vocês entendam melhor, vou citar um exemplo: No último sábado fui ao estádio do Pacaembu assistir a partida entre Corinthians X Barueri (eu acho), mas não importa, o motivo pelo qual citei curiosidade foi porque eu nunca tinha ido a uma partida de futebol antes e sempre tive vontade, mas até então...
Enfim, sempre achei que fosse uma sensação incomparável, e realmente estava certa. É uma energia sem tamanho, e olha que nem sou CORINTHIANA. Depois de tanta vibração, muito pensamento positivo e uma demonstração de amor que raramente pode se ver quando se trata de coisas alheias. Estou me referindo à fidelidade do torcedor da Gaviões.
Fiquei impressionada, mas uma coisa me deixou curiosa: Todo mundo sabe e não é segredo pra ninguém que, todo corintiano é machista, cheguei a uma conclusão: “É A MAIOR MANISTEÇÃO HOMOSSEXUAL QUE JÁ PRESENCIEI EM TODA MINHA VIDA", aquela aglomeração de homens de branco e preto catando: “Aqui tem um bando de louco, louco pro ti Corinthians” e um monte de outros hinos e paródias afins.
Não estou dizendo que todos os torcedores são gays, mas que eles devem parar e refletir a respeito, isso deve... Pode ser difícil, afinal, CORINTHIANO É OSSO DURO DE ROER!!!!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Um estranho no ninho

Cresci acreditando que bastava ser grande obstante para conseguir sobreviver neste "MUNDÃO" em que vivo. Os anos se passaram e realmente cresci, só não me disseram que para conquistá-lo seria preciso viver a base de provas. Pois é... aqui estou e me deparei com incoerências que me cercam a todo momento: não basta apenas ser bom, tenho que provar que sou capaz de driblar os obstáculos que encontro pelo caminho. Acredito que não sou só eu que bato de frente com essa situação. Estou cansada de ser julgada pela aparência, discriminada pelo fato de não ser igual a todos e como se não bastasse, ser alvo de pré-conceitos que não condizem com minha real personalidade. Se você tem tatuagem, gostos e frequenta lugares que diferem da maioria, é taxado de doido.
E pelo simples motivo de ser assim, vivo tentando provar que não nenhum bicho de sete cabeças, pelo contrário, faço o que gosto, defendo minhas ideias e respeito as pessoas que estão próximas a mim.
Às vezes me sinto um "estranho no ninho", ou quem sabe uma "marionete humana" nas garras de pessoas que se sentem superiores no seu comodismo... é isso mesmo, COMODISMO.
Existem dois tipos de pessoas: as que vivem e as que sobrevivem. Eu vivo e aproveito ao máximo, as coisa boas da vida, já outros... sobrevivem acreditando que viver é apenas estar vivo.
Mas enfim... cada um faz o que quer, mas ninguém tem o direito de interferir, julgar, manipular e rejeitar. Pessoas que não arriscam experimentar as diversidades que existem e que podem ser aproveitadas de maneira que não prejudica em nada, está perdendo uma grande oportunidade de aprender coisas que contribui para acrescentar. Eu? Simplesmente VIVO!!!!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

"ARTEMANHAS"

Quem um dia conseguiu imaginar que culturas tão distintas fossem capazes de unir dois países diferentes? De um lado está o Brasil e do outro, a França.

Após o sucesso do “Ano do Brasil na França” em 2005, o presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva e o presidente francês, Nicolas Sarcozy decidiram que 2009 seria o “Ano da França no Brasil”.

Com a realização do evento, o verde e o amarelo brasileiro se misturam ao vermelho, azul e branco da bandeira francesa. Para comemorar, o Brasil contou com patrocinadores franceses e brasileiros que possibilitou desde 21 de Abril até 15 de novembro um misto de cultura e integração entre os dois países. E para quem pensa que Brasil só tem carnaval e futebol e na França a Torre Eiffel, se enganou. Paradigmas foram quebrados e com uma gigantesca programação que inclui 700 projetos entre eles música, teatro, dança, literatura, cinema, cultura popular, fotografia, design, artes plásticas, esporte e gastronomia.

Mesmo com tanta diversidade cultural espalhas por todo o país, nem todos conseguem apreciar o que há de melhor na programação. A distância entre a arte ainda é um tabu na realidade de algumas pessoas. Dizer que arte é para todos é fácil, mas a realidade ainda é aversa. Muitos ainda não sabem qual é a essência da palavra “arte”. E se não sabem, a culpa é de quem? Do estado, da família, da escola? Quem se arrisca?